Você vai encarnar Preston Marlow, um soldado que em conjunto com outro três colegas de companhia, se vê envolvido numa história envolvendo mercenários, guerra e ditadores. A companhia vai em rota de colisão com a sociedade (problemas com a justiça e outros semelhantes) e têm como objetivo de vida guerrear por dinheiro e vingança. As suas aventuras numa qualquer zona da Europa de Leste, onde o exército Norte-americano está envolvido. O tema político é abordado de forma leve pela DICE. As armas são protótipos de alta tecnologia, passando um ar de soldado semi-futurista. As missões são muito bem desenvolvidas e prendem a atenção do jogador, ao contrário do modo single player das versões anteriores de Battlefield.
Tudo destruído
Battfield: Bad Company é o primeiro da franquia Battlefield para os consoles de última geração, que traz o motor frostbite que permite que praticamente 90% do que se vê na tela possa ser destruído pelo jogador. Embora não estejamos diante dos melhores gráficos de todos os tempos, é impossível ficar neutro diante da destruição que é possível causar por nossas armas, e esse é sem dúvida um ponto positivo de Bad Company.
A pé não dá!
O jogo é cheio de equipamentos e veículos. São caminhões, helicópteros, jipes, tanques, etc. Eles não exigem muita habilidade para dirigir, é um modo mais arcade, permitindo que o jogador se concentre na ação e não perca tempo quebrando a cabeça com a dirigibilidade.
O som é outro ponto forte de Bad Company que traz um som super realista, desde as explosões até os diálogos muito bem colocados durante a ação do jogo.
Inteligência Artificial burra
Em Bad Company você conta com a ajuda de três companheiros para ajduar nas missões single-player, mas eles ajudam muito pouco e durante momentos de aperto em que você fica cercado por um batalhão de inimigos, eles apenas ficam falando e berrando ao invés de matar os inimigos. Bom, pelo menos a dificuldade do jogo é apenas razoável, permitindo que você possa resolver todos os problemas praticamente sozinho.
Deja-vú
O realismo não é exatamente o ponto forte de Bad Company. Você vai à campo munido de uma milagrosa seringa que recupera sua energia a todo e qualquer momento, fazendo inveja até aos mais afoitos usuários de heroína. De tanta picada tomada, se você morrer em combate vai algo estranho: Ao renascer no mapa, vai percorrer novamente todo o trajeto e vai observar que tudo que você já fez está lá, intacto. Todas as destruições nas construções, explosões, tudo está lá e você milagrosamente ressucitado.
O modo cooperativo também faz muita falta em Bad Company, que apenas conta com modo multiplayer para até 12 jogadores numa única missão que é pegar o ouro do outro time, enquanto este tenta defendê-lo. Você tem cinco classes para progredir, liberando assim novas armas e ferramentas.

No geral, Battlefield Bad Company é um jogo que vale a pena. Tem uma boa campanha single-player, tem um multiplayer apenas razoável, mas traz a incrível e imperdível experiência de poder se destruir tudo à sua frente. O que fez falta realmente foi a falta de um modo cooperativio.





Publicado em 16 de janeiro de 2009 às 7:37
Publicado em 31 de janeiro de 2009 às 6:50
Publique seu comentário